Ex-BBBs Renan Oliveira e Matheus Lisboa se manifestam contra o caso de abuso coletivo que aconteceu no Rio


O caso de estupro coletivo que aconteceu no Rio de Janeiro recentemente abalou o Brasil inteiro, uma adolescente de 16 anos foi estuprada por 30 homens, um caso muito grave, um completo absurdo, capaz de gerar a pergunta "meu Deus que mundo é esse?", sim o caso é grave mesmo e o pior é que certas pessoas falaram que a culpa é da vítima.

Participantes do Big Brother Brasil 16 (Reprodução/Internet)

Muitas personalidades e famosos brasileiros se manifestaram repudiando o ocorrido, Mônica Iozzi foi uma das famosas que se manifestou nas redes sociais, a apresentadora disse "Hoje não há espaço para a alegria. O corpo de uma menina foi violentado, sua alma foi dilacerada por 30 homens", Camila Pitanga, Fernanda Paes Lemes, Sophia Abrahão também demonstraram indignação diante do ocorrido.

Os ex-BBBs Renan Oliveira e Matheus Lisboa do Big Brother Brasil 16 também mostraram indignação no Instagram, hoje 27/05, o modelo Renan Oliveira disse "Até quando as vítimas vão ser culpadas?!Até quando esse governo imundo não vai funcionar!? Até quando senhor!!!! #chegadeimpunidade".
Uma foto publicada por Renan Oliveira (@renan_oliveira_oficial) em


 Já o mineiro Matheus escreve: ""Mãe,
Hoje não posso escrever para a senhora. Não posso porque qualquer assunto se tornaria infinitamente menor e eu ainda não conheço as palavras necessárias para gritar o que sinto. Não posso, Mãe.
Não posso porque tenho o silêncio engasgado na garganta: o silêncio explícito (e viral) de 30 cúmplices, o silêncio de quem julga o personagem equivocado, o silêncio de quem desconhece medos e injustiças diários e dissemina preconceitos enraizados transmitidos de geração para geração, o silêncio de quem ignora a luta significativa de cada detalhe ou ruptura. Não posso, Mãe.
Hoje, envio esse não-escrito só para registrar que essa é uma carta que eu nunca imaginei escrever. E para contar que dói o engano. Dói o descaso. Dói o retrocesso. Dói a (des)humanidade.
Hoje não é dia de prosa, Mãe. É dia desses que a gente não consegue se olhar no espelho, cantar Caetano, tomar sorvete ou tocar violão (ou a vida). É dia desses que dói existir.
Mas sabe o que dói mais, Mãe? Ter a ciência de que a nossa dor é nada perto da dor dela, dos seus e de tantas outras (do Rio ou Piaui). É pó. E, como sempre, passará." A bênção da sua filha mulher,
Jamylle Mol (@jamylle_mol )
#aculpanuncaédavítima "




"Mãe, Hoje não posso escrever para a senhora. Não posso porque qualquer assunto se tornaria infinitamente menor e eu ainda não conheço as palavras necessárias para gritar o que sinto. Não posso, Mãe. Não posso porque tenho o silêncio engasgado na garganta: o silêncio explícito (e viral) de 30 cúmplices, o silêncio de quem julga o personagem equivocado, o silêncio de quem desconhece medos e injustiças diários e dissemina preconceitos enraizados transmitidos de geração para geração, o silêncio de quem ignora a luta significativa de cada detalhe ou ruptura. Não posso, Mãe. Hoje, envio esse não-escrito só para registrar que essa é uma carta que eu nunca imaginei escrever. E para contar que dói o engano. Dói o descaso. Dói o retrocesso. Dói a (des)humanidade. Hoje não é dia de prosa, Mãe. É dia desses que a gente não consegue se olhar no espelho, cantar Caetano, tomar sorvete ou tocar violão (ou a vida). É dia desses que dói existir. Mas sabe o que dói mais, Mãe? Ter a ciência de que a nossa dor é nada perto da dor dela, dos seus e de tantas outras (do Rio ou Piaui). É pó. E, como sempre, passará." A bênção da sua filha mulher, Jamylle Mol (@jamylle_mol ) #aculpanuncaédavítima
Uma foto publicada por Matheus Lisboa (@uaimatheus) em


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