Tudo Information

Fotógrafa de famosos faz fotos sensuais de mulheres comuns para o projeto Haja Luz

A fotógrafa carioca Josi Areia ao desejar externar sua visão sobre o empoderamento feminino, idealizou o projeto Haja Luz, onde as mulheres são vistas por suas lentes de uma forma que não estão habituadas a se mostrar, passando confiança e poder de liberdade para decidir e controlar seu próprio corpo.

 

O projeto Haja Luz foi criado para mostrar através da fotografia a essência de cada mulher, a luz de cada uma delas, mostrando sensualidade, intimidade sem preocupação com as críticas da sociedade. Diante de uma fase de retrocessos, o corpo da mulher não tem que ser visto como um pedaço de carne pronto para o abate pelo fato dela querer mostrar o corpo, com roupas íntimas ou sem roupas.

A fotógrafa diz que, a mulher pode ser livre e querer se mostrar da forma que achar que deve, pois tem poder de decisão e isso deve ser respeitado. Josi Areia que faz alguns trabalhos com artistas, não se limitou apenas em fotografar os famosos, mas em fotografar mulheres comuns, ela ainda está selecionando mulheres dispostas a participar desse projeto. Podendo ser nu, semi nu ou com roupas, cada uma no seu estilo e como se sentir a vontade, o objetivo é fotografar mulheres dispostas a mostrar sua essência, quem sabe recuperar sua autoestima, superar os medos e firmar o poder que cada uma tem, eternizando seu momento através da fotografia.

 

O trabalho da fotógrafa pode ser visto através do seu instagram @josiareia.

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.