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Foto: Instagram

Luca Moreira reflete sobre protestos ocorridos em Niterói nas redes sociais

Na última sexta-feira (31/05), a cidade de Niterói no Rio de Janeiro passou por um grande caos devido uma manifestação onde dois ônibus foram incendiados, parte de uma represália a uma operação policial que havia ocorrido mais cedo no mesmo local. Em uma grande gama de discursos que ocorreram nas redes sociais e no WhatsApp, um dos que se pronunciaram sobre a situação foi o jornalista niteroiense Luca Moreira, que emocionou seus seguidores com seu discurso sobre o pensamento caótico humano e sobre o desconto em cima de injustiçados pela situação:

Confira a publicação de Luca:

“Infelizmente nesse mundo, ainda tem muitas pessoas sem caráter que por motivos do dia-a-dia, acabam achando que tirar a vida de outras pessoas e causar pânico em massa com pessoas que não tem envolvimento algum com seus problemas é o que vai arrumar tudo. Atormentar e causar terror com a população não vai reverter as coisas, nem te transformar no herói ou no vingador da história e daquele que realmente sofre com a injustiça daqueles que infelizmente cometeram tal fatalidade. De uma coisa é certa, nós nunca vamos saber exatamente os pensamentos que se passam na cabeça das outras pessoas, porém se você tem esses pensamentos caóticos a ponto de representar riscos a um outro ser humano da sua mesma espécie, desculpa mais você não é digno de ser chamado de ser humano, ou como assim você se intitula. ”

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.