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Pocah acaba de lançar clipe de “Pode Chorar”

Depois de emendar recentemente dois feats de extremo sucesso nas plataformas digitais – “Resenha lá em casa”, de Kevin O Chris (5.500.000 streamings Spotify) e “Para não”, de MC WM, com Jerry Smith, (2.800.000 views no YouTube em apenas 1 semana de lançamento) Pocah lança hoje sua primeira música solo com novo nome artístico e a expectativa não poderia ser mais positiva.

“Pode chorar” traz discurso feminista e empoderador. Mais uma vez, a cantora mostrará um projeto que fala sobre a liberdade feminina e quebra estigmas e rótulos arcaicos.

“Pode Chorar é muito especial para mim por alguns motivos, dentre eles: o fato de ser meu primeiro lançamento solo com novo nome artístico e pela letra evidenciar uma mensagem muito importante de feminismo e servir de inspiração para meus fãs e para todas as mulheres”, comenta a cantora.

A letra foi produzida pela Hitmaker Produções e clipe dirigido por Philippe Noguchi, trazendo uma estética sofisticada e diferenciada. Ao mesmo tempo em que ressalta grande referência pop, traz um tipo de fotografia novo, pouco usado em produções audiovisuais do gênero funk, retratando alguns aspectos mais surreais e uma paleta geral de cores mais fria e neutra nos ambientes cenográficos.

Foto: Rodolfo Magalhães

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.