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Documentário “Cenários Futuros” propõe uma discussão sobre os principais desafios do século XXI

Com a realização do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo e Alexa Filmes o longa visa abordar temas do mundo contemporâneo. Propor uma discussão sobre os principais desafios do século XXI a partir do depoimento de especialistas e pensadores, onde serão abordados diferentes temas de interesse público, esta é a proposta do documentário “Cenários Futuros” apoiado pelo Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo. Sob direção de Ricardo Picchi e lançado pela produtora independente de Paulínia, Alexa Filmes, o longa teve apoio do Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo e será apresentado em festivais ainda este ano. Os temas abordados são os mais frequentes no cotidiano dos habitantes dos grandes centros urbanos. Com a revolução industrial a partir dos fins do século XVIII, iniciou-se um irreversível processo de urbanização que deslocou o centro da produção da riqueza do campo para os grandes centros urbanos, dando inicio a uma verdadeira corrida de urbanização.
O filme pretende expor os desafios do século XXI e trazer luz ao fenômeno da urbanização do planeta, a organização das famílias, a dependência do ser humano com relação aos recursos naturais, os avanços científicos, a matriz energética e o descobrimento do pré-sal e seus efeitos diretos nas economias regionais. Pela primeira vez, desde o inicio da civilização moderna, mais da metade da população mundial reside em cidades, ampliando sobremaneira a concentração nas metrópoles.
Dessa maneira a série pretende analisar e diagnosticas os impactos na sociedade da crescente diáspora do campo e sugerir possíveis caminhos a serem adotados pelos habitantes do planeta de modo mais sustentável, ou seja, ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente aceito pela sociedade. Os temas abordados pelo longa metragem são: mobilidade nos grandes centros urbanos, recursos hídricos, demografia, o uso da energia, consumo, família, e desenvolvimento econômico no século XXI. Refletir, mobilizar, pensar e agir são as propostas dos pensamentos e das discussões que cercam os temas escolhidos

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.