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Os desafios na produção da 2ª temporada de Magenta

Estando no mercado de produções audiovisuais independentes há 2 anos, a Linha Produções, liderada pelas produtoras Thaiane Soares e Maria Clara Rolim, está em processo de produção da 2ª temporada de um dos seus grandes sucessos: a webserie Magenta. Para essa realização algumas dificuldades são encontradas durante a rotina diária de gravação.

Grande número de cenas por dia, extensa distância entre locações, translado e alimentação são alguns dos desafios que vem sendo enfrentados pela Linha Produções nos dias de gravações. O produto de caráter independente conta com a ajuda de profissionais parceiros que contribuem para que o projeto saia do papel.

Apesar da captação financeira alcançada com o financiamento coletivo criado para essa fase da webserie, ainda existem restrições às quais o valor ainda não é o suficiente para suprir todas as necessidades da produção e encarar o dia a dia com poucas condições e necessidades pessoais dos atores e equipe técnica

O translado é um dos principais desafios enfrentados. Uma das proprietárias da Linha Produções, a Thaiane Soares, também diretora e roteirista da série, conta sobre essa dificuldade. “Para se deslocar tem sido um perrengue, mas a gente se diverte com isso! Todas carregando malas, mochilas em transporte públicos cheios, na cara e na coragem com muita garra para produzir”, afirma.

Esse também é um dos argumentos de uma das operadoras de câmeras da produção, a Nia Santos, que conta que sentiu falta desse conforto já vivido em outras produções a qual já trabalhou. “Acho que a maior dificuldade que encontrei até o dia de hoje nas gravações foi não ter um transporte que nos levasse pro set. Mas eu não tenho absolutamente nada a reclamar da produção, até porque compreendo que, por ser uma produtora independente, os gastos acabam sendo maiores e a grana mais curta”

Em uma produção independente é necessário contar com o apoio de diferentes profissionais para a realização do projeto. A diretora de arte, Isadora Frucchi, destaca esse aspecto como uma das dificuldades. “Acho que o que acontece muito em diversas produções independente é que precisamos realizar várias funções que não temos muito conhecimento ou idéia de como fazer e acaba sendo um pouco complicado e as vezes pode atrasar a produção. Em contrapartida isso também é ótimo porque nos damos conta da realidade e aprendemos funções novas, a importância que elas têm dentro de um set e a real necessidade de cada pessoa que está ali presente, mesmo não estando na frente das câmeras”, afirma Isadora.

Foto: Divulgação

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.