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Procedimento redesenha aréolas de mulheres que fizeram cirurgia plástica nas mamas

Através de tatuagem realista, mulheres que fizeram mamoplastia, colocaram silicone e que venceram o câncer podem melhorar a autoestima

Ao optar pela cirurgia estética nas mamas, as mulheres buscam se sentir mais completas, sensuais, seguras e bonitas. No entanto, algumas vezes, as marcas deixadas podem incomodar.
Sabendo disso, Yurgan Barret, eleito um dos top 10 tatuadores do Rio de Janeiro, decidiu usar sua arte para ajudar essas mulheres a se aproximarem de seus objetivos.
O método é o mesmo da tatuagem artística e busca reestabelecer a simetria entre as duas aréolas, redefinindo o contorno, harmonizando a cor e minimizando o contraste da cicatriz. Para fazer o procedimento, mulheres que colocaram silicone, reduziram mama ou fizeram reconstrução pós mastectomia precisam somente da autorização médica para tatuar a região.
“Nos casos em que foi necessária a extração da aréola e do mamilo por questões oncológicas, é possível fazer o desenho realista na região. É importante ressaltar que esta reconstrução visa minimizar o desconforto estético da ausência da aréola e do mamilo, melhorando a autoestima destas mulheres”, pontua o tatuador.
Yurgan é tatuador há mais de 20 anos e em 2018 criou o projeto social “Y Rosa”, no qual pacientes mastectomizadas e que desejam redesenhar suas aréolas são atendidas gratuitamente. A terceira edição do projeto aconteceu em julho em Florianópolis e a quarta edição está planejada para outubro no Rio de Janeiro.
Ao longo do ano, para as mulheres que passaram por cirurgia plástica e buscam se sentir mais completas, sensuais, seguras e bonitas, o profissional oferece permanentemente o serviço em seu estúdio, no Rio de Janeiro, por um valor simbólico que auxilia a manter vivo o Y Rosa.
Informações por direct @yurganbarret ou Whats App 21 97152-1303.

creditos/vhassessoria

 

 

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.