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LiveMe apresenta proposta inovadora no mercado de lives no Brasil

Lançado em 2016 e com uma proposta inovadora, o LiveMe é um aplicativo chinês que traz ao Brasil a oportunidade de monetizar o universo dos vídeos ao vivo. Presente em 85 países, o LiveMe conta com uma base ativa com mais de 100 milhões de usuários, e está traduzido em 8 idiomas diferentes, incluindo o português do Brasil. Com visual intuitivo e presença global, o aplicativo conta com interface de fácil utilização, atraindo o público e servindo como um veiculo de disseminação de uma série de diferentes usuários e editorias.

Com o LiveMe, além de ganhar dinheiro, o transmissor (aquele que faz a lives) consegue difundir seu conteúdo com o alcance que outras plataformas não possuem. Para Yuki He, a CEO da empresa, a ideia do aplicativo foi criar um ambiente em que além de ser uma rede social na qual você pode conhecer pessoas do mundo todo, você pode mostrar o seu talento, ganhar dinheiro com isso e ter uma visibilidade global. Com essa ideia, artistas, cantores, influencers e pessoas de todos os meios podem utilizar da plataforma como um meio de rentabilidade.

Dedicado inteiramente a esse universo de lives, o aplicativo conta com uma interação imersiva dos usuários na qual transmissor tem um contato muito mais direto e próximo aos seus telespectadores, pois além de escreverem no chat, é possível enviar presentes virtuais para aqueles que você quer apoiar. Como um jogo, o aplicativo conta com níveis, desafios e precisam ficar atentos aos Diamantes e moedas, que são as moedas de troca utilizadas dentro do aplicativo.

Informações sobre o LiveMe: 

•   Presente em 85 países;

•   Disponível em 8 idiomas incluindo o português do Brasil;

•    + 100 milhões de usuários;

•   Parcerias com French Montana, Khalid e Coachella, entre outros;

•   Proibido para menores de 18 anos;

•   Vencedor do prêmio Comunicator Awards;

•    APP número 1 nos Estados Unidos na categoria “Maior Arrecadação em App de Mídia 
Social”;

•    5o APP mais baixado na categoria “Aplicativo Gratuito de Mídia Social” nos Estados 
Unidos;

•    + 150 milhões de downloads;

•    + 139 milhões de minutos em lives.

Presença: 

•   “Uma das 10 empresas mais inovadoras de 2018”, segundo a Fast Company;

•   “Live.me Live-Streaming Startup levanta US $ 60 milhões para o YouTube, Facebook, 
musical.ly” – Variety;

•   “Como ganhar dinheiro transmitindo do seu telefone” – CNN Money.

Sobre a LiveMe Inc. 

LiveMe Inc. é o desenvolvedor de aplicativos móveis por trás da popular plataforma de transmissão ao vivo, LiveMe, e está focado no desenvolvimento de aplicativos baseados em conteúdo para a primeira geração móvel. É um aplicativo principal, o LiveMe acumulou mais de 100 milhões de usuários e distribuiu milhões de dólares para emissoras por meio de doações virtuais diretas, portfólio da LiveMe Inc.

 

Luca Moreira

Luca Rocha Moreira nasceu em Niterói – RJ, no dia 14 de maio de 1998. Descendente de família mineira por parte de mãe, é filho da funcionária pública Lucia Maria Rocha da Silva e do designer gráfico Luiz Carlos Falcão Moreira. Estudou a infância toda em rede particular de ensino e durante o ensino médio, cursou integração com técnico em engenharia naval pela Escola Técnica Estadual Henrique Lage, unidade componente da Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro, onde participou de diversos protestos relacionados ao grêmio estudantil.

Enquanto estava cursando a escola, iniciou um curso de interpretação teatral na Oficina Social de Teatro, onde teve seu primeiro contato com as artes cênicas, onde recebeu aulas do ator e professor Alécio Abdon, porém se retirou do curso por motivos de dificuldade em interpretar seus personagens. Ainda no segundo grau, montou uma página no Facebook, onde começou a falar de múltiplos assuntos, entre eles esportes, nutrição e cultura. Em março de 2016 foi descoberto pela produtora teatral Grazi Luz, dona da Fazart Produções Artísticas, quando recebeu seu primeiro convite para ser aprendiz de comunicação da companhia, ainda que com 17 anos.

Seu interesse pelo jornalismo teve início alguns meses após sair da produtora, quando começou a publicar artigos no “Almanaque Mídia” na época comandado por Esdras Ribeiro. Algumas semanas depois do fechamento do portal, foi abordado pelo jornalista brasiliano Daniel Neblina, que o convocou para integrar o time de colunistas do “RegistroPop”, onde despontou como entrevistador-chefe do veículo, foi aí que iniciou sua carreira como jornalista.